História das redes sociais

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História das redes sociais

História das redes sociais. Anos 90: o primeiro pontapé. O ClassMates.com, a primeira rede social da história, começou em 1995. Popular nos Estados Unidos e Canadá, o objetivo do site era facilitar o reencontro entre amigos que estudaram juntos, seja na faculdade ou universidade. O serviço foi pago, mas funcionou e está ativo até hoje.

 

Mas foi Six Degrees que introduziu o atual formato de rede social com perfis, mensagens privadas e “murais” junto com a adição de contatos.

Para quem já tinha contas, este site esteve aberto até 2001 e depois fechou ao público. O nome do site refere-se a um sistema de classificação de amigos de seis níveis.

 

Friendster revolucionário. História das redes sociais

Com o conceito estabelecido, outros sites tentaram capitalizar a ideia para ganhar market share. Mas nenhum gostou do Friendster.

Foi fundada em 2002 pelo californiano Jonathan Abrams e tem mais de três milhões de usuários registrados. Havia várias publicações de destaque que cobriam a página, que usava a técnica do “círculo de amizade”.

 

Uma rede social teve uma ascensão meteórica nos EUA, levando a uma oferta de US$ 30 milhões (R$ 60 milhões) do Google, que foi recusada. O servidor não conseguia lidar com o tráfego, e o fluxo de concorrentes com mais recursos forçou o fechamento do site alguns anos depois.

 

2003: Site multimídia MySpace

Enquanto o Friendster ainda estava “bombardeando”, outras empresas decidiram investir. O MySpace começou em 2003. A página foi criada em menos de 12 dias como “um clone do Friendster”.

Ele incluiu opções como atualizações de música, atualizações de fotos e um blog para o usuário atualizar. Sim! Em 2004, o MySpace ultrapassou o Friendster e se tornou a maior mania da época.

 

LinkedIn e contatos profissionais. História das redes sociais

O LinkedIn também nasceu em 2003. Diferentemente das redes sociais de hoje, que visam conectar amigos, o primeiro objetivo das redes sociais era conectar profissionais.

Foi a origem de algo bastante comum hoje em dia: sites de namoro de nicho voltados para determinados dados demográficos e não para o usuário geral da internet.

 

Orkut e Facebook

Apesar de seu pioneirismo e sucesso, esse cenário não se compara ao “boom” das mídias sociais de 2004. Com a ascensão da Web 2.0 surgiram as duas redes sociais mais populares: Orkut e Facebook.

A primeira, criada por um engenheiro turco, tinha como alvo norte-americanos, mas ganhou popularidade entre nações emergentes como Brasil e Índia. Inicialmente, apenas usuários convidados tinham acesso ao serviço, aumentando a expectativa do público.

 

Depois que a página foi aberta para todos os visitantes, ela se tornou um sucesso imediato. Com tema azul, perfis, álbum de fotos com 12 fotos e muita inovação, as comunidades, onde usuários interessados ​​em temas comuns podiam compartilhar ideias, se tornaram um sucesso no Google.

De 2004 até hoje, passou por inúmeras revisões, ganhando temas, aLBuns maiores, integração com feed de notícias e muito mais.

 

Mas não foi suficiente para manter o Orkut no topo depois que o Facebook foi lançado. Começando como um serviço para uso interno, o Facebook cresceu e se tornou a maior rede social do mundo.

Desde 2006, o “Face” tem cerca de 900 milhões de usuários, virou tema de filme, vendeu ações na bolsa de valores dos EUA e é uma das empresas mais bem sucedidas do mundo.

 

Entre suas principais atrações estão o feed de notícias, onde o usuário pode postar o que quiser, serviços baseados em localização onde o usuário pode dizer onde está, álbuns de fotos com no máximo 200 imagens, aplicativos de jogos e serviços e, claro, a possibilidade para se conectar com velhos amigos e fazer novos.

Apesar de dominar o mercado, o Facebook lança novos recursos todos os anos para manter os usuários satisfeitos.

2006: Twitter introduz mensagem de 140 caracteres

 

O Twitter, criado em 2006, mas popularizado apenas em 2008, mudou o conceito de rede social. É uma espécie de microblog onde os usuários podem seguir outras pessoas que compartilham seus interesses.

Celebridades, blogueiros e usuários adoram porque permite que eles sejam engraçados, sérios, profissionais e pessoais ao mesmo tempo. Com mais de 400 milhões de usuários, a barra azul é um dos pilares da Web 2.0.

 

Redes sociais de sucesso

Além do Twitter, várias redes sociais exclusivas surgiram no início dos anos 2000, como o Tumblr, um blogger moderno, o Instagram, com suas fotos aprimoradas por filtros, e o Pinterest, um dos sites que mais crescem no mundo.

Mas nenhum deles tem os mesmos recursos do Facebook, Orkut e MySpace. Talvez apenas um: o Google+, lançado no ano passado pela gigante das buscas.

 

2011: estreia no Google+

 

Com seus usuários migrando para o Facebook (que já dominava o mercado na Europa e na América do Norte desde 2008), o Google tentou reestruturar o Orkut, mas não conseguiu.

Então ele lançou um novo: Google+ (ou Google Plus). Os resultados iniciais foram promissores: milhões de usuários se inscreveram e grandes expectativas cercaram o serviço. Mas seu principal concorrente, o Facebook, ainda é preferido pelos usuários de mídia social.

 

Claramente, o Google continuará financiando o projeto e atualizando o site (como o popular serviço Hangouts). Mas o primeiro ano do site não foi dos melhores.

Este é um número positivo, de acordo com a empresa. Resta saber se ele pode destronar o Facebook, apesar de muitos usuários do Plus não gostarem da rede social de Mark Zuckerberg. 

 

O futuro das redes sociais:

As redes sociais estão bombando. Então o que? Esses sites mudaram a vida das pessoas sem dúvida. Hoje, é comum descer a rua e ver milhares de pessoas usando seus telefones para ler notícias, atualizar status ou apenas se divertir. 

Todos os dias, surgem novas tecnologias de mídia social e sites de namoro, e ninguém sabe se isso é bom ou ruim. O mercado pode crescer ainda mais ou pode ficar saturado e começar a declinar.

De qualquer forma, uma coisa é certa: as duas primeiras décadas dos anos 2000 serão sempre conhecidas como a “era das redes sociais”. 

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Sobre o Autor: Avitrini