10 Criptomoedas brasileiras que você tem que conhecer

4 Curtidas Comentar
10 Criptomoedas brasileiras que você tem que conhecer

10 Criptomoedas brasileiras que você tem que conhecer. A indústria de criptomoedas abrange muito mais do que Bitcoin, e o Brasil não é exceção quando se trata de empreendimentos de ponta.

Há uma série de criptomoedas brasileiras que vale a pena considerar. Dê uma olhada nas dez principais criptomoedas brasileiras que você tem que conhecer.

 

Bitblocks (BBK). Uma das 10 Criptomoedas brasileiras

Bitblocks é uma criptomoeda lançada em 2018 com foco em entrenimentos e desenvolvimento de jogos. A moeda aproveita a tecnologia Masternode, que possui um sistema de recompensas e baixo custo de transação.

Entre os principais aspectos do Bitblocks está a importância da privacidade, uma vez que as transações podem ser feitas de forma pública ou privada, permitindo transações anônimas combinando pagamentos e dividindo-os novamente.

Brazil Samba Token (BST)

Esta iniciativa brasileira visa construir o mercado de moeda digital, tokens e blockchains por meio de financiamento descentralizado. Esse movimento garante uma base de investimentos segura e com altas possibilidades de desenvolvimento por meio de contratos inteligentes e de uma equipe de profissionais para análise dos projetos a serem financiados.

Este token encerrou suas vendas após um leilão público de 9 milhões de tokens em 19 de maio de 2021. Passando a ser listado na principal bolsa descentralizada da Binance Smart Chain, PancakeSwap.

Moeda B2U (B2U)

B2U Coin (B2U) é uma moeda virtual brasileira que entrou em pré-venda por meio do aplicativo BitcoinToYou no início de setembro de 2020. E busca em sua primeira fase o estabelecimento de um banco digital, que incluirá crédito, débito e outras aplicações financeiras

Uma transferência para seu próprio blockchain e o algoritmo de mineração de Proof of Stake também estão planejados para a fase dois. No momento em que este artigo foi escrito, a moeda B2U valia $0,03.

Hathor (HTR). Outra das 10 Criptomoedas brasileiras

Hathor (HTR) é uma criptomoeda brasileira que ganhou popularidade na indústria de criptomoedas desde seu início no começo de 2021, devido à sua facilidade de uso e capacidade de realizar milhões de transações por segundo.

O cenário melhorou no final de 2020, quando a criptografia foi listada em uma grande corretora, KuCoin, aumentando o número e o valor das transações.

Um dos benefícios do projeto é a promessa de uma rede gratuita usando um blockchain híbrido que combina a prova de trabalho com o DAG, obtendo uma rede sem taxas.

Lunes (LUNES)

Para proporcionar aos usuários autonomia e descentralização das transações financeiras, o Lunes é uma criptomoeda baseada na tecnologia blockchain e foi lançada em 2018. Com base na tecnologia P2P, a transação é rápida e segura.

Além de ser uma carteira, o Lunes se utiliza como processo de consenso o de proof-of-stake. Em 2020, a moeda conseguiu uma capitalização de R $18 milhões e ser negociada a US $0,12.

Moeda semente (MDA). Mais uma das 10 Criptomoedas brasileiras

A Moeda Semente, lançada há 4 anos, é uma importante criptomoeda brasileira que aposta em soluções técnicas de pagamento e um mercado de blockchain que incentiva a agricultura familiar. O projeto foi o único brasileiro escolhido para o programa acelerado da Mastercard.

No entanto, a popularidade da moeda levou ao estabelecimento da plataforma Moeda.Finance, que recompensa os titulares de MDA com o token SEED na Binance Smart Chain.

MOSS (MCO2)

A MOSS é uma empresa brasileira pioneira em tokenização de créditos de carbono. O crédito de MCO2 permite compensar o impacto do carbono de atividades poluentes. Parte dos recursos arrecadados vai para ações florestais na Amazônia.

O conceito ganhou impulso em 2021 devido às preocupações da indústria sobre as atividades de mineração de bitcoin. O MOSS ganhou popularidade no Brasil após anunciar um acordo de patrocínio com o Flamengo. O negócio acaba de mergulhar no campo dos NFTs.

 

Stratum Blue (BLU)

O token BLU, criado pelo empresário brasileiro Rocelo Lopes, é baseado no blockchain NEM e representa uma cesta de criptoativos. A compra do ativo expõe o investidor a muitas moedas ao mesmo tempo.

Como resultado, a moeda atua como um fundo de investimento, permitindo aos investidores acessar e resgatar criptoativos. Depois disso, você pode vender o ativo e ser pago em outras criptomoedas, como Bitcoin, RAS e Ethereum.

WiBX (WBX)

WiBX é um token utilitário criado pela Wiboo que aproveita a tecnologia blockchain para transformar “curtidas” do usuário em dinheiro ou coisas. O sucesso do WiBX, como uma moeda digital de varejo, é demonstrado pelo relacionamento com “O Rei do Mate”, uma importante rede de varejo.

A WiBX possui uma ICO e está listada no Bitcoin Market, uma das principais corretoras da América Latina. Roberto Justus é um conhecido apoiador da iniciativa.

 

ZCore (ZCR)

Além de recompensar os investidores, a ZCore tem uma plataforma para hospedar Masternodes de outros projetos. Para pagar contas e recarregar celulares, o projeto também inclui um aplicativo de carteira móvel.

Também em 2021, foi lançado o projeto ZCore Finance que usa o token ZEFI se juntou à Beefy Finance, ela tinha um valor total bloqueado de aproximadamente US $7 milhões, tornando-se o projeto DeFi brasileiro de maior sucesso de todos os tempos.

E obteve o interesse da comunidade e o reconhecimento da CoinMarketCap, por conta de seu protocolo de queimar tokens para evitar a inflação.

Confira outros artigos:

 

Você Pode Gostar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *