Tokens não fungíveis marcas podem usar para aproximar de seus clientes

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Tokens não fungíveis marcas podem usar para aproximar de seus clientes

Tokens não fungíveis as marcas podem usar para se aproximar de seus clientes. No ano passado, o “non-fungible token”, que é a versão portuguesa do termo NFT, tornou-se uma questão global, despertou a curiosidade de muitos investidores.

Não é à toa que muitas marcas começaram a apostar em NFTs depois de perceberem que investir em ações mais customizadas pode ser um dos maiores diferenciais de uma marca ou de uma ação de marketing.

Várias marcas já começaram a mudar para o NFT em uma variedade de indústrias. Por exemplo, no atletismo.

 

A venda de memorabilia, como figurinhas, calçados de edição limitada e agora NFTs, sempre foi uma força motriz no negócio esportivo.

A NBA acaba de lançar o NBA Top Shot, um negócio que vende cartões virtuais com fotos de jogos, ou “momentos”, em colaboração com o Dapper Labs.

 

O ex-jogador de basquete Michael Jordan, em cooperação com seu filho Jeffrey Jordan, formou a Heir Inc. no final de 2021, conforme relatado pelo Promoview.

Combinar edições limitadas ou comemorativas com NFTs é outra forma de as marcas entrarem no mercado. Após uma compra, a versão digital de um produto pode ser incluída como bônus.

 

A Ferrari declarou no final do ano passado que em breve venderia NFTs digitais da Ferrari por meio de uma nova cooperação com a Velas Network AG no mundo do automobilismo.

A Nike também demonstrou seu compromisso com o mercado de colecionáveis ​​criptográficos ao anunciar a aquisição do estúdio NFT RTFKT (pronuncia-se “artefato”).

NFTs também estão ganhando força no mundo dos jogos. Os tokens foram adicionados ao Ghost Recon Breakpoint da Ubisoft como cosméticos colecionáveis ​​únicos.

Existem outros exemplos musicais. Katy Perry, em parceria com a Theta Network, entregou seu primeiro lote de tokens não fungíveis para seus seguidores em todo o mundo no ThetaDrop no final de 2021.

 

Ozzy Osbourne lançou sua incursão no mundo das criptomoedas no início deste ano com a estreia de sua própria coleção NFT, a Cryptobatz. Os tokens de edição limitada comemoram o infame evento de 1982 em que o ex-vocalista do Black Sabbath mastigou um morcego.

E não é diferente no âmbito das mídias sociais e mídias digitais. No final do ano passado, o CEO do Instagram, Adam Mosseri, afirmou que a plataforma de mídia social está “explorando NFTs” e quer torná-los “mais acessíveis”.

 

O site de compartilhamento de fotos está investigando tokens não fungíveis com o objetivo de ampliar seu apelo e torná-los mais acessíveis ao público em geral.

 

Os tokens atraíram a atenção do YouTube, que disse recentemente que a rede está explorando a emissão de NFTs como uma ferramenta para ajudar os criadores de conteúdo a lucrar com tecnologia futura depois de movimentar mais de US$ 24,9 bilhões em 2021.

 

Com o tema se tornando mais proeminente, é fundamental que as empresas acompanhem as tendências do setor para evitar ficar para trás.

Rapha Avellar, idealizador da Adventures, aceleradora de marcas e uma das empresas de marketing mais promissoras do Brasil, acredita que grandes negócios podem se mover na velocidade da cultura.

 

“As pessoas são atraídas por marcas que entendem seus problemas e proporcionam uma experiência única. Quando comparamos isso com o impacto proporcionado pelas NFTs, vemos que é exatamente isso que elas fazem. de evocar a identificação e o sentimento de pertencimento no público-alvo, que é exatamente onde muitas marcas precisam estar para conquistar seus clientes”, explica Rapha.

“As criações digitais, como memes e tweets, são exemplos de NFTs. O potencial de conexões é infinito. Influenciadores podem colaborar com marcas e plataformas (YouTube e Instagram) para gerar conteúdo que podem monetizar com seu público. Por exemplo, uma beleza influenciador que colabora com um fabricante de cosméticos para produzir uma linha de maquiagem e, em seguida, cria uma instrução NFT exclusiva com sugestões de como utilizar seu produto”, demonstra.

A combinação de edições limitadas ou comemorativas com NFTs é outra porta de entrada para os negócios, segundo o CEO da Adventures. Após uma compra, a versão digital de um produto pode ser incluída como bônus.

Ele lembra que algumas empresas de outros países atualmente vendem coisas físicas ao lado de versões NFT, cabendo ao consumidor escolher qual recolher.

De acordo com o modelo de Rapha, se os clientes preferirem o produto real, a versão digital se tornará muito mais escassa, aumentando potencialmente seu valor.

 

Mesmo com o crescimento recente do NFts, Rapha acredita que a expansão mais significativa ainda está por vir.

Apesar de a NFT ser uma das coisas mais comentadas em 2021, ele afirma que, como a tecnologia ainda é nova, não há muita mudança nas táticas da marca.

Hoje, o uso de tokens é menos expressivo, o que pode ser devido à falta de compreensão das possibilidades ilimitadas que esses tokens podem abrir.

 

“Veremos um aumento no setor e uma tendência de NFTs em todo o mundo quando as empresas aproveitarem as oportunidades que os NFTs oferecem e o consumidor se familiarizar com a ideia”, diz Rapha.

Isso porque, além de proporcionar uma conexão genuína com os consumidores, ele acredita que as características desses tokens, como propriedade, escassez, possibilidade de serem colecionáveis, arte digital, relacionamento com plataformas de negociação, autenticidade, desejo, baseado em blockchain, e sendo visto como um investimento reserva de valor, atraem a atenção dos investidores.

“Na Adventures, sentimos que as NFTs abrem uma infinidade de oportunidades para diversos segmentos, mas para explorar plenamente essas tecnologias, é preciso primeiro entender o contexto em que o negócio atua e como isso afetará o público-alvo”, ele diz.

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Sobre o Autor: Avitrini